Seis policiais feridos após tiroteio em Manguinhos e JacarezinhoRIO - O intenso tiroteio que ocorreu na noite de quarta-feira (foto) nos arredores das favelas de Manguinhos e Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, deixou seis policiais feridos, sendo quatro policiais civis e dois militares. Os feridos foram atendidos no Hospital Geral de Bonsucesso e liberados. Os policiais tiveram ferimentos de estilhaços de granadas lançadas por traficantes. Eles foram medicados e poderão continuar o tratamento em casa. Ninguém foi preso e não houve nenhum tipo de apreensão. O policiamento foi reforçado na região e a situação é de aparente tranqülidade.
- Os policiais foram surpreendidos e não deu para tentar prender ou apreender alguma coisa. O importante era manter a integridade física dos policiais, da população e retirar os policiais - disse o delegado da Divisão de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Ronaldo Oliveira, à equipe de reportagem da TV Globo.
Por causa do tiroteio, os sinais de trânsito estão apagados. No início da manhã desta quinta-feira, dois veículos se envolveram num acidente. Segundo a Rádio CBN, os motoristas evitam tafegar pela Avenida dos Democráticos, já que não há policiamento na região.
De acordo com informações da polícia, o tiroteio começou quando uma equipe da DRFA se deparou, com um grupo de bandidos que havia fechado a rua com um ônibus para iniciar um arrastão. O veículo estava atravessado entre as avenidas Dom Hélder Câmara e Democráticos. Segundo a polícia, o ônibus foi parado por traficantes para servir de escudo enquanto passavam de uma favela para outra.
Ao perceberem a presença da polícia, os bandidos atiraram. Os agentes que estavam em quatro patrulhas revidaram e tentaram se esconder. Foram mais de duas horas de tiros entre os policiais e traficantes, que lançaram pelo menos 20 granadas e destruíram quatro veículos da polícia. Numa seqüência de 12 segundos mais de 60 tiros de fuzil. Moradores das favelas não conseguiram voltar para suas casas e a circulação do Metrô chegou a ser interrompida .
Os policiais pediram reforço e chegaram equipes da PM e de dois batalhões de várias delegacias especializadas, do Bope e do Core. Cinco veículos blindados foram usados no resgate.
- Os policiais foram surpreendidos e não deu para tentar prender ou apreender alguma coisa. O importante era manter a integridade física dos policiais, da população e retirar os policiais - disse o delegado da Divisão de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Ronaldo Oliveira, à equipe de reportagem da TV Globo.
Por causa do tiroteio, os sinais de trânsito estão apagados. No início da manhã desta quinta-feira, dois veículos se envolveram num acidente. Segundo a Rádio CBN, os motoristas evitam tafegar pela Avenida dos Democráticos, já que não há policiamento na região.
De acordo com informações da polícia, o tiroteio começou quando uma equipe da DRFA se deparou, com um grupo de bandidos que havia fechado a rua com um ônibus para iniciar um arrastão. O veículo estava atravessado entre as avenidas Dom Hélder Câmara e Democráticos. Segundo a polícia, o ônibus foi parado por traficantes para servir de escudo enquanto passavam de uma favela para outra.Ao perceberem a presença da polícia, os bandidos atiraram. Os agentes que estavam em quatro patrulhas revidaram e tentaram se esconder. Foram mais de duas horas de tiros entre os policiais e traficantes, que lançaram pelo menos 20 granadas e destruíram quatro veículos da polícia. Numa seqüência de 12 segundos mais de 60 tiros de fuzil. Moradores das favelas não conseguiram voltar para suas casas e a circulação do Metrô chegou a ser interrompida .
Os policiais pediram reforço e chegaram equipes da PM e de dois batalhões de várias delegacias especializadas, do Bope e do Core. Cinco veículos blindados foram usados no resgate.


















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