Guilherme Arruda se une a Rita Batista para apresentar a transmissão do circuito Campo Grande
Ele estará presente nas transmissões vespertinas da emissora, acompanhado de Rita Batista (Band Bahia), no circuito Campo Grande. À noite, Barra-Ondina ganha a telinha, e o camarote Planeta Band aparece em nova localização, no final do trajeto. A cobertura vai mesclar flashes das capitais Salvador e Recife para garantir as melhores imagens de cada festa.
Qual a sua expectativa para a transmissão do carnaval este ano?
É a melhor possível. Na realidade, é o quarto ano que eu estou indo pela Band e estou super feliz com o convite. Eu farei o que eu já fiz nos últimos três anos, que é apresentar o circuito Campo Grande. Eu adoro lá, sou apaixonado por carnaval e não vejo a hora de ir, ainda mais neste ano que a estrutura da Band está gigantesca. A emissora está investindo mais do que nunca. A transmissão promete.
Qual a sua opinião sobre a mudança do camarote de Barra para Ondina?
Primeiro, a opção de ficar no circuito Barra-Ondina é ótima, pois é o mais gostoso e onde as pessoas mais gostam de ir. Em termos da transmissão, acho que vai ser excelente. Como é o final do circuito, será o último gás dos foliões. Talvez os artistas também vão segurar um pouco a energia para soltar ali. Ainda, como não tem aquela questão do tempo - já que durante o circuito os cantores têm que correr para não atrasar os outros trios - eles vão poder ficar mais tranquilos. Os apresentadores, Patrícia [Maldonado] e Betinho [apresentador da Band FM], conseguirão conversar mais com eles.
Acho que essa mudança foi excelente para o elenco porque a gente vai estar ali, já no hotel. Antes, pegávamos duas horas de trânsito na ida e na volta do trajeto até o glass. Neste ano, será muito bacana porque, após a transmissão, é só subir para o quarto.
Você arriscaria uma experiência de folião?
Lógico, eu já fui várias vezes. Quando eu não tinha dinheiro, ficava na "pipoca". Ganhei um pouquinho de dinheiro e comecei a ir para o bloco (risos). Quando eu recebi o primeiro convite da Band, fiquei super feliz. Primeiro porque eu gostava e conhecia e segundo porque eu estava indo com a Band. Então, neste quarto ano eu vou como folião e também para trabalhar.
Você tem alguma história de carnaval para contar?
Ah, tenho várias. Na primeira vez que eu apresentei o carnaval, foi muito louco porque não sabia de nada, nem como funcionava a transmissão. Eu só conhecia um pouco por ser folião. É a tensão de passar a informação correta e conversar com artistas, prefeito e governador. Aquele ineditismo do primeiro ano já passou e hoje eu já me sinto muito mais preparado profissionalmente para apresentar a festa.


















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