No último programa, Christian estava em Rondônia, acompanhando uma corrida de avestruzes. Entrevistou o público, brincando com os nomes de algumas das moças com quem conversou: Ladiana, Ana Rúbia e Suézia. Perguntou aos presentes: “Já ouviu falar em Saint Tropez, Mikonos?”. E ouviu de uma garota: “O quê? Miquones?”. Ao ver um grupo bebendo cerveja previamente despejada dentro da bota usada de um sujeito, disparou: “Você não tem medo dos micróbios?”. E seu interlocutor, intrigado, indagou: “Micóbios? (sic)”. Christian seguiu jocoso: “Aqui tem uma mistura de tudo: comida (a câmera focalizava espetos de um churrasco mixuruca), coisas fashion (imagens de um camelô vendedor de óculos) e o calor é diferente do de Ibiza”. Antes de encerrar, suspirou: “Queria tanto cobrir um campeonato de golfe!”. Embora o quadro tenha sido longuíssimo, fez rir e não exigiu esforço do freguês que quis acompanhá-lo.
Por isso, uma frase dita pelo humorista merece uma reflexão: “Gosto desse quadro porque você não precisa correr atrás do bizarro, o bizarro vem atrás de você”. O “Pânico” muitas vezes cria bizarrices artificiais: leva Panicats a mergulhar em poças de minhocas, ou fabrica situações humilhantes para seus integrantes com a intenção de extrair delas alguma graça. Só que o programa se dá muito melhor quando, com sua boa antena, detecta o humor no ar e projeta uma luz sobre ele. Simples assim.
Fonte: NTB


















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