
Rádio e TV no Brasil
Ninguém estranhamente repercutiu o que foi dito pelo presidente Lula, sexta-feira passada. Ele disse textualmente o seguinte: “Qual é o processo de educação que nós aprendemos quando ligamos uma televisão no Brasil? Nenhum. O que nós assistimos, em muitos casos, é um processo de degradação da estrutura da família brasileira”.
Mas quem dá as concessões?
Quem renova essas concessões?
Quais as exigências ou obrigações impostas a esses veículos?
Não se trata de uma caça às bruxas. O presidente é que tocou no assunto. Como o governo é o responsável pelas concessões, entende-se que ele também tem a sua responsabilidade.
O que dizer de tantas rádios, AMs e FMs, hoje exploradas pelas igrejas?
Ou das televisões que também vendem todos os seus horários para as igrejas?
Se é chegada a hora de cobrar melhor comportamento das emissoras, vamos começar investigando a origem do dinheiro que paga essas sublocações. Todo mundo sabe que existe um “mercado negro” e mal cheiroso por trás disso.
É curiosa a ordem das coisas: alguém, para se habilitar a uma licitação de rádio ou TV no Brasil, tem que apresentar todos os documentos possíveis. Ficha limpa, criminal e cível. No entanto, depois que ganha, esses canais podem passar ou ser explorados livremente por terceiros, sem problema algum.
Nem a exigência de dar o nome e prefixo dessas rádios ou tevês é atendida nos dias de hoje. Bom saber que o presidente Lula está preocupado, mas será que o governo, como um todo, também está? Não pode ficar na superficialidade. Este - rádio e televisão - é um assunto que deve ser discutido com profundidade, enfiando a mão na ferida política e nos votos que sempre orbitam em torno dele.
Tesoura - 1
Em seu blog domingo, Glória Perez voltou a bater na tecla em relação àquele que seria o primeiro beijo gay das novelas, em “América”, segundo ela, “cortado poucas horas antes da exibição do último capítulo”.
Tesoura - 2
A autora retomou a polêmica depois de ver foto de dois atores de uma série americana se beijando. Glória sempre deixou claro que a decisão foi tomada pela direção da Globo. “Perdemos a chance”, lamenta.
Tesoura - 3
Ninguém estranhamente repercutiu o que foi dito pelo presidente Lula, sexta-feira passada. Ele disse textualmente o seguinte: “Qual é o processo de educação que nós aprendemos quando ligamos uma televisão no Brasil? Nenhum. O que nós assistimos, em muitos casos, é um processo de degradação da estrutura da família brasileira”.
Mas quem dá as concessões?
Quem renova essas concessões?
Quais as exigências ou obrigações impostas a esses veículos?
Não se trata de uma caça às bruxas. O presidente é que tocou no assunto. Como o governo é o responsável pelas concessões, entende-se que ele também tem a sua responsabilidade.
O que dizer de tantas rádios, AMs e FMs, hoje exploradas pelas igrejas?
Ou das televisões que também vendem todos os seus horários para as igrejas?
Se é chegada a hora de cobrar melhor comportamento das emissoras, vamos começar investigando a origem do dinheiro que paga essas sublocações. Todo mundo sabe que existe um “mercado negro” e mal cheiroso por trás disso.
É curiosa a ordem das coisas: alguém, para se habilitar a uma licitação de rádio ou TV no Brasil, tem que apresentar todos os documentos possíveis. Ficha limpa, criminal e cível. No entanto, depois que ganha, esses canais podem passar ou ser explorados livremente por terceiros, sem problema algum.
Nem a exigência de dar o nome e prefixo dessas rádios ou tevês é atendida nos dias de hoje. Bom saber que o presidente Lula está preocupado, mas será que o governo, como um todo, também está? Não pode ficar na superficialidade. Este - rádio e televisão - é um assunto que deve ser discutido com profundidade, enfiando a mão na ferida política e nos votos que sempre orbitam em torno dele.
Tesoura - 1
Em seu blog domingo, Glória Perez voltou a bater na tecla em relação àquele que seria o primeiro beijo gay das novelas, em “América”, segundo ela, “cortado poucas horas antes da exibição do último capítulo”.
Tesoura - 2
A autora retomou a polêmica depois de ver foto de dois atores de uma série americana se beijando. Glória sempre deixou claro que a decisão foi tomada pela direção da Globo. “Perdemos a chance”, lamenta.
Tesoura - 3
A lamentação e o inconformismo da Glória surpreendem. Primeiro, que está espichando essa história demais e outra que, nós, como ela mesma diz, não temos nada com isso. Se ainda é um assunto mal resolvido, melhor se entender com a Globo. Nos exclua fora dessa.
Elegante
Thiago Lacerda foi ao “Domingão”, primeiro programa de televisão depois da sua anunciada entrada em “Negócio da China”. Em nenhum momento, Fausto Silva tocou no assunto Fábio Assunção. Respeito e cuidado que outros programas lamentavelmente ainda não têm.
Grade
Os dois especiais de Renato Aragão na Globo - “Uma noite no castelo” e “A volta dos que não foram” - serão exibidos a partir de janeiro. O artista chegou a divulgar que “Uma noite” viraria atração de Natal. Mas não vai.
Passou a régua
No “Mais Você” de ontem, Ana Maria Braga resolveu fechar o assunto sobre o ex-marido da Suzana Vieira: “É um mau-caráter. Vagabundo”. E pronto.
Utilidade pública
E assim que tem que ser. Patrícia Poeta foi perfeita no último “Fantástico”. Reagiu de acordo com o espelho do programa e não teve nenhum sorriso fora de hora.
E vai rolar a tragédia
Em comunicado, a SKY informa que terá, a partir de janeiro, três canais inteiramente dedicados à nona edição do “Big Brother Brasil”. Na Globo, e sob o comando de Pedro Bial, o reality show volta ao ar dia 13 de janeiro.


















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