Quem me conhece sabe que quando ignoro um programa é porque não gosto dele e, para não ser preconceituoso, prefiro não falar nada. O silêncio é o maior castigo para um produto ou equipe de comunicação, porque até as críticas negativas são bem aceitas pelos produtores que sabem que não fazem um programa “recomendado para toda a família”. É a velha história “falem mal, mas falem de mim” porque isso é “propaganda de graça e minha audiência vai aumentar porque o brasileiro gosta de baixarias”.
O “Big Brother Brasil” já ganhou espaço na internet, no rádio, revistas, jornais e até nas TVs concorrentes. Todo mundo quer fisgar uma lasquinha desse “sucesso”. Em 2009 a “Nave Mãe”, como diz Pedro Bial, reuniu mais um grupo com perfil muito semelhante aos anteriores, realiza festas com muita bebida, promove brigas, tenta armar relacionamentos e explora o corpo dos participantes. Se você assistiu ao BBB1, 2 ou 6 vê o mesmo agora. Nada mudou e nos próximos meses será um festival de ensaios sensuais…
Quem é assinante da NET ou SKY ainda acompanha ao “Big Brother Brasil” nos canais pagos e, sinceramente, não vejo graça em assistir 40 minutos de uma festa à fantasia ou de choradeira após uma eliminação. E o pior é o programa especial comandado pelo ex-BBB Alemão. As entrevistas são superficiais e terminam sempre com perguntas sobre fotos nuas em revistas masculinas ou ensaios na internet. E Alemão ainda precisa de muito tempo para dizer que é apresentador. Ele era muito mais espontâneo dentro da casa.
Há alguns anos quando você perguntava o que a pessoa queria ser após alcançar os 15 minutos de fama a resposta era “Modelo”. Um tempo depois passou para “Modelo e Manequim”. Depois para “Atriz”. E agora a febre é ser “Ator e Apresentador”. É a evolução dos sonhos. E como diz um amigo meu, “o Big Brother Brasil não é ruim, o que está ao lado ou vem depois é que é terrível”.
O “Big Brother Brasil” já ganhou espaço na internet, no rádio, revistas, jornais e até nas TVs concorrentes. Todo mundo quer fisgar uma lasquinha desse “sucesso”. Em 2009 a “Nave Mãe”, como diz Pedro Bial, reuniu mais um grupo com perfil muito semelhante aos anteriores, realiza festas com muita bebida, promove brigas, tenta armar relacionamentos e explora o corpo dos participantes. Se você assistiu ao BBB1, 2 ou 6 vê o mesmo agora. Nada mudou e nos próximos meses será um festival de ensaios sensuais…
Quem é assinante da NET ou SKY ainda acompanha ao “Big Brother Brasil” nos canais pagos e, sinceramente, não vejo graça em assistir 40 minutos de uma festa à fantasia ou de choradeira após uma eliminação. E o pior é o programa especial comandado pelo ex-BBB Alemão. As entrevistas são superficiais e terminam sempre com perguntas sobre fotos nuas em revistas masculinas ou ensaios na internet. E Alemão ainda precisa de muito tempo para dizer que é apresentador. Ele era muito mais espontâneo dentro da casa.
Há alguns anos quando você perguntava o que a pessoa queria ser após alcançar os 15 minutos de fama a resposta era “Modelo”. Um tempo depois passou para “Modelo e Manequim”. Depois para “Atriz”. E agora a febre é ser “Ator e Apresentador”. É a evolução dos sonhos. E como diz um amigo meu, “o Big Brother Brasil não é ruim, o que está ao lado ou vem depois é que é terrível”.
por José Armando Vannucci


















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